O General Golbery, segundo as Forças Armadas, destacou-se como um grande teórico do movimento político-militar de 1964. Por ser de formação acadêmica intelectual nunca concordou com os métodos de ação da “linha dura”, que sujou de sangue o nosso Brasil, porém por ela era apoiado.
Em 1966 o general escreveu uma obra intitulada Geopolítica do Brasil, de grande destaque entre a comunidade de informações nacional e internacional.
Em 1967, Golbery do Couto e Silva assumiu o Tribunal de Contas da União e, em 1974, no governo Geisel, tornou-se chefe da Casa Civil da Presidência, cargo de que se exonerou em 1981, por acreditar na participação de militares comandados pela linha dura em um atentado no Rio-centro no Rio de Janeiro, atentado que poria em risco a vida de milhares de pessoas, além de representar retrocesso em relação à postura que defendeu e tentou implementar desde Geisel. Não teve influência suficiente sobre Figueiredo para alijar os membros da linha dura, mas permaneceu como condutor de conversas com a “oposição responsável”, principalmente Tancredo e Thales Ramalho.
Em 1966 o general escreveu uma obra intitulada Geopolítica do Brasil, de grande destaque entre a comunidade de informações nacional e internacional.
Em 1967, Golbery do Couto e Silva assumiu o Tribunal de Contas da União e, em 1974, no governo Geisel, tornou-se chefe da Casa Civil da Presidência, cargo de que se exonerou em 1981, por acreditar na participação de militares comandados pela linha dura em um atentado no Rio-centro no Rio de Janeiro, atentado que poria em risco a vida de milhares de pessoas, além de representar retrocesso em relação à postura que defendeu e tentou implementar desde Geisel. Não teve influência suficiente sobre Figueiredo para alijar os membros da linha dura, mas permaneceu como condutor de conversas com a “oposição responsável”, principalmente Tancredo e Thales Ramalho.
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